segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Resultados das Olimpíadas de Matemática

Alunos classificados para segunda fase da OBMEP
24 de Outubro (sábado): 14:30 h (horário de Brasília) Provas da 2ª Fase


NIVEL 1 (6º ano e 7º ano)
COLOCAÇÃO ALUNO TURMA NUMERO DE QUESTÕES ACERTADAS
1º José Balarmino 7 º B 9
2º Luis ivan 6º A 8
Mayara Moura 6 C 8
Karina Lucena 7º A 8
Tiago Leite 7º B 8
Suenia Luciana 7º B 8
Bianca Rodrigues Cunha 7º B 8
8º Pedro Lucas 6º A 7
José Carlos 6º C 7
Bianca Rodrigues de Farias 7º A 7
José Augusto 7º A 7
Leticia Maria 7º A 7
Maria thaise 7º A 7
Petrucia Marcilia 7º A 7
Rayssa Rayane 7º A 7
Zeugma Marcela 7º A 7
Ana Claudia 7º B 7
Maria da Conceição 7º B 7
José Romildo 7º C 7

NIVEL 2 (8º ano e 9º ano)
COLOCAÇÃO ALUNO TURMA NUMERO DE QUESTÕES ACERTADAS
1º Francisco Chargas 8º A 8
Amanda Miguel 9º B 8
3º Jefferson Costa 9º B 7
4º Maria Luiza 8º B 6
Helder Gouveia 9º A 6
Yurierly Karoline 9º A 6
Sabrina Gabriela 9º B 6

NIVEL 3 (1º ano, 2 º ano e 3º ano)
COLOCAÇÃO ALUNO TURMA NUMERO DE QUESTÕES ACERTADAS
1º José Artur 3º B 9
2º Jorge Jaco 3º B 8
Adeildo 3º B EJA 8
Fabio Ferreira 2º B 8
Raiana Moreira 1º A 8
Erivonaldo 1º A 8
Clara Geovana 1º A 8
André Phillipe 3º C 8
9º Diego Araújo 1º A 7
Maria tassiana 1º C
Isabella Morreira 1º D
Icerlima Bezerra 2º A
Vaneuma Fernandes 2º B
Roberio Domingos 2º B EJA
Anderson José 3º A
Anderson Rodrigo 3º A
Dionellis Tiago 3º A
Juliana Karol 3º B
Karol Wojtyla 3º C
Joseana Lucena 3º C

domingo, 30 de agosto de 2009

UMA REFLEXÃO SOBRE A GLOBALIZAÇÃO

UMA REFLEXÃO SOBRE A GLOBALIZAÇÃO
Suzana Gomes*

Quero iniciar, fazendo uso da característica que distingui o humano dos demais animais, ou seja perguntando.Globalização o que é isso?
Dentro do pressuposto ético da contemporaneidade, pressupõe-se que todos sabemos o que é globalização. Para tal investem pesadamente nos aparatos de controle ideológico para manter as massas dormindo e sonhando com o maravilhosa aldeia global. Este sonho como que uma replica do mundo das idéias proposto pela filosofia grega , todos são profundos conhecedores do processo de internacionalização do capital. Entretanto quando paramos para fazermos uma investigação profunda e radical sobre o tema supra, salta-nos questionamentos e faltado-nos respostas, os mitos e fabulas que nos são contados pelos formadores de opinião não são nem de longe condizente com a realidade vista no processo da globalização, o que a massa tem visto e tão somente aquele perfil maquiado da globalização, com aparência de belo, essa falsa beleza é amplamente utilizada para manutenção da lenda que coloca a globalização coma a super Cinderela da contemporaneidade.


A sociedade de consumo, estabelecida apartir da revolução industrial, tem varias multifacetadas, no propósito de manter o controle e garantir a continuidade do domínio do capital, bem como assegurar-lhe a sua multiplicação. Esse processo histórico é doloroso e perverso, com aqueles que não fazem parte da elite dominante. Portanto não seria diferente com a internacionalização do capital. No processo atual tem se utilizado da multiplicação da informação,criando assim uma impressão de democratização tecnológica. Levando as massas a crerem cegamente (por meio da muita luz da informação) que o mundo atual e maravilhoso, estar tudo informatizado, mecanizado, robotizado, temos tecnologia para resolvermos todos os problemas. No entanto esse discurso é falso, a mecanização tem gerado grandes dividendos para o donos do capital. Para as massas o que tem sobrado e o desemprego e o subemprego, alem do arrocho do salarial. Essa realidade modificou ate mesmo as atividades sindicas, que antes lutavam por ganho real no salário, hoje timidamente participam de rodadas de conversações para que postos de trabalhos sejam mantidos. A mudança estrutural ou seja apartir da transformação da estrutura produtiva, tem gerado o desemprego estrutural, sendo assim os postos de trabalhos destruídos por mudanças estruturais jamais voltaram a existirem. O mais grave em relação a esse face da globalização é o fato de que os trabalhadores atingido pelo desemprego estrutural são aqueles de menor preparo técnico e educacional. Esse processo gera uma grande quantidade de desempregados, que se tornaram inativos economicamente falando, por não mais estarem aptos as necessidades do mercado de trabalho. Vitimas da globalização passam a viverem a aplaudirem programas assistencialistas do governo, pois muitos destes terão, como única renda uma daquelas bolsas mágicas propostas pelo governo, ou quando muito estarão atuando coma subempregados. Essa face cruel da globalização esta presente em todas as economias do mundo na contemporaneidade. E podemos perceber os seus tentáculos nas praticas globalizadas da economia brasileira.


Ao mesmo tempo em que percebamos a crueldade do processo da globalização, descobrimos a necessidade de uma intervenção que venha a desconstruir a filosofia operante do mesmo, nessa desconstrução, promoveremos uma mudança no enredo da opera, propondo assim a construção de uma outra realidade, bem verdade que globalizada, haja visto o homem contemporânea possuir uma consciência universal, nela propondo a criação de uma sociedade na qual vislumbraríamos um “mundo como ele pode ser” essa outra globalização proporia uma pratica que fosse capaz de gerar um dinamismo entre massa e filosofia, que possibilitaria as massas o conhecimento do real, que por sua vez geraria uma sociedade mas fraterna, mais justa e mas igualitária.

*Suzana Gomes, professora de Geografia no ensino fundamental e médio, na Escola Estadual Dr. Trajano Nóbrega em Soledade-PB

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

aprender

A superioridade do belo artístico sobre o belo natural em Hegel

A superioridade do belo artístico sobre o belo natural em Hegel

Mariana Cruz

A filosofia da arte de Hegel tem como um dos pressupostos a relação do homem com a natureza. Apesar de, inicialmente, tal relação ser algo externo, é através da modificação da natureza pelo homem que ele toma consciência de si. É nesse ato que fica impressa sua subjetividade. Ao modificar a natureza com fins artísticos, ela, que antes era algo estranho, exterior a ele, passa e lhe pertencer. Tais alterações são criações do sujeito, são tiradas de seu interior e colocadas no objeto; sendo assim, fazem parte dele. Ao ver essas modificações materializadas no objeto, é como se visse a si próprio refletido.

Quanto maior for a espiritualidade contida na obra, isto é, na natureza modificada pelo sujeito, maior será o reconhecimento e o seu grau de universalidade.

Hegel considera a obra de arte como a forma mais elevada de produção de si mesmo nas coisas exteriores. O artesão não é considerado um artista, ele está em um estágio inferior porque seu trabalho, apesar de ser também produção, uma transformação da natureza (e, devido a isso, também uma produção de si mesmo), é um trabalho instintivo, como o das abelhas ao construírem sua colmeia ou o da aranha ao fiar sua teia. Hegel considera a obra do artesão um objeto ainda vazio de espírito. Mas, na medida em que tal obra vai se tornando mais orgânica, ele vai tendo um conhecimento de si cada vez maior.

A arte se insere entre os produtos mais elevados do espírito porque é através dela que o homem ganha a percepção de si mesmo, é quando o homem transforma algo alheio ao espírito em algo próprio. É o processo de idealização sensível. Cada ser vivo já está expressando a ideia para que ela se revele. Como se isso não bastasse, o homem duplica esse processo de idealização da vida, ele se apropria da natureza (que já é por si mesma manifestação da vida) e dá uma nova organização a ela, transformando-a em manifestação do espírito (aí não é mais o belo natural e sim o belo artístico, espiritual). Vemos assim que a obra de arte não é um fato e sim um processo, um produto do trabalho humano. A arte é a manifestação sensível da ideia. É o lugar onde a ideia pode ser contemplada.

Para Hegel o belo artístico é superior ao belo natural, pois a criatividade reside no primeiro. A transformação de algo natural em algo espiritual é que faz com que o homem se reconheça enquanto espírito.
Referências bibliográficas

GONÇALVES, M. C. F. O belo e o destino: uma introdução à Filosofia de Hegel. São Paulo: Loyola, 2001. 376 p.

HEGEL, G. W. F. Fenomenologia do espírito. Parte 1. Petrópolis: Vozes, 1992.

A EDUCAÇÃO CONTRA O RACISMO

A EDUCAÇÃO CONTRA O RACISMO

José Sérgio Rocha

O que a Educação pode fazer para sepultar o racismo? Essa pergunta foi feita na lata a dois intelectuais e polemistas pra lá de respeitáveis: Nei Lopes e Demétrio Magnoli. Discordam em quase tudo o que diz respeito à questão, começando pela política de cotas. Mas concordam num ponto: o racismo deve ser combatido nas salas de aula.

Ambos oferecem argumentos substanciais aos leitores de seus artigos, publicados com frequência em grandes órgãos da imprensa.

Aspas para Nei Lopes, que nos anos 1970 trocou a carreira de advogado para tornar-se um dos grandes nomes da música popular brasileira. Ensaísta, ficcionista, dicionarista e militante pelos direitos civis dos afrodescendentes, ele propõe:

– O que a Educação pode e deve fazer é desconstruir o racismo. Primeiro, admitindo que a África foi berço de civilizações importantes, que influíram decisivamente nos destinos da Humanidade. Admitindo isso, vamos deixar de estudar o contexto africano apenas a partir da escravidão instituída pelos europeus e a partir de sua ação imperialista e genocida. Esse é o ponto fundamental: estudar, ensinar a História da África. A partir daí é que vai se começar a levantar a autoestima do povo negro e desconstruir o racismo, inclusive abrindo a Universidade aos afrodescendentes, para que nós sejamos, de fato, as vozes dessa revelação.

Aspas para Demétrio Magnoli, sociólogo, doutor em Geografia Humana pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP e colunista dos jornais O Estado de S. Paulo e O Globo, que propõe:

– A Educação pode contribuir para o combate ao racismo se as aulas de Biologia forem bem ministradas. Elas mostrarão que a crença em raças humanas é um fruto da ignorância. A Educação pode contribuir para o combate ao racismo se as aulas de História forem bem ministradas. Elas mostrarão que o racismo é um produto histórico recente, do século XIX, e que a raça é uma invenção do racismo. Acima de tudo, a Educação pode contribuir para o combate ao racismo se a escola for um espaço de afirmação da cidadania, cuja base é o princípio da igualdade perante a lei. Mas, no Brasil das cotas raciais e da classificação racial compulsória dos estudantes, a escola tende a se converter num espaço de fabricação da crença em raças. Apesar da Biologia e da História.

E você, o que acha?

Fonte: Blog Quem é vivo sempre aparece

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

IDEBs: ESCOLA ESTADUAL DE ENSINO FUNDAMENTAL E MEDIO DR TRAJANO NOBREGA

IDEBs observados em 2005, 2007 - ESCOLA ESTADUAL DE ENSINO FUNDAMENTAL E MEDIO DR TRAJANO NOBREGA
Ensino Fundamental IDEB Observado
2005 2007
Anos Iniciais 2,7 4,3
Anos Finais 2,0 2,4
Fonte: Prova Brasil e Censo Escolar.


MEC - Ministério da Educação
INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira

Ideb: Índice de Desenvolvimento da Educação Básica

O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) foi criado em 2007 para medir a qualidade de cada escola e de cada rede de ensino. O indicador é calculado com base no desempenho do estudante em avaliações do Inep e em taxas de aprovação. Assim, para que o Ideb de uma escola ou rede cresça é preciso que o aluno aprenda, não repita o ano e frequente a sala de aula.



Para que pais e responsáveis acompanhem o desempenho da escola de seus filhos, basta verificar o Ideb da instituição, que é apresentado numa escala de zero a dez. Da mesma forma, gestores acompanham o trabalho das secretarias municipais e estaduais pela melhoria da educação.



O índice é medido a cada dois anos e o objetivo é que o país, a partir do alcance das metas municipais e estaduais, tenha nota 6 em 2022 – correspondente à qualidade do ensino em países desenvolvidos.

Prova Brasil

A Prova Brasil e o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb) são avaliações para diagnóstico, em larga escala, desenvolvidas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep/MEC). Têm o objetivo de avaliar a qualidade do ensino oferecido pelo sistema educacional brasileiro a partir de testes padronizados e questionários socioeconômicos.

Nos testes aplicados na quarta e oitava séries (quinto e nono anos) do ensino fundamental e na terceira série do ensino médio, os estudantes respondem a itens (questões) de língua portuguesa, com foco em leitura, e matemática, com foco na resolução de problemas. No questionário socioeconômico, os estudantes fornecem informações sobre fatores de contexto que podem estar associados ao desempenho.

Professores e diretores das turmas e escolas avaliadas também respondem a questionários que coletam dados demográficos, perfil profissional e de condições de trabalho.

A partir das informações do Saeb e da Prova Brasil, o MEC e as secretarias estaduais e municipais de Educação podem definir ações voltadas ao aprimoramento da qualidade da educação no país e a redução das desigualdades existentes, promovendo, por exemplo, a correção de distorções e debilidades identificadas e direcionando seus recursos técnicos e financeiros para áreas identificadas como prioritárias.

As médias de desempenho nessas avaliações também subsidiam o cálculo do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), ao lado das taxas de aprovação nessas esferas.

Além disso, os dados também estão disponíveis a toda a sociedade que, a partir dos resultados, pode acompanhar as políticas implementadas pelas diferentes esferas de governo. No caso da Prova Brasil, ainda pode ser observado o desempenho específico das escolas públicas urbanas do país.

Os dados dessas avaliações são comparáveis ao longo do tempo, ou seja, pode-se acompanhar a evolução dos desempenhos das escolas, das redes e do sistema como um todo. Em 2009, as escolas rurais de ensino fundamental com mais de 20 alunos nas séries avaliadas também farão a Prova Brasil.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Vai encarar o Novo Enem? Saiba mais sobre o exame

O novo exame nacional do ensino médio (Enem) será aplicado em 1.619 municípios brasileiros, nos dias 03 e 04 de outubro e manterá a característica de ser um exame voluntário. Alunos concluintes do ensino médio e pessoas que terminaram este nível de ensino em anos anteriores, os chamados egressos, ainda podem realizar a prova. A novidade é que a prova vai valer também para certificação de conclusão do ensino médio, o que torna o Enem também uma oportunidade para cidadãos sem diploma nesse nível de ensino, desde que na data de realização da prova tenham 18 anos, no mínimo.

As médias do Enem poderão ser usadas no vestibular das instituições federais de ensino e também em processos seletivos de cursos profissionalizantes pós-médios. A partir do ano que vem, a avaliação vai medir ainda o desempenho acadêmico dos estudantes ingressantes nas instituições de ensino superior.

Provas
O Enem 2009 é concebido a partir das orientações curriculares previstas para o ensino médio, que estão estruturadas em quatro áreas do conhecimento: Linguagens, Códigos e suas Tecnologias; Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias; e Ciências Humanas e suas Tecnologias. Por isso, o exame será constituído por quatro provas, contendo 45 questões objetivas de múltipla escolha cada.

A redação deverá ser feita em Língua Portuguesa e estruturada na forma de texto em prosa do tipo dissertativo-argumentativo, a partir de um tema de ordem social, científica, cultural ou política.

No sábado, dia 03 de outubro, das 13h às 17h30, serão aplicadas as prova de Ciências da Natureza e suas Tecnologias; e Ciências Humanas e suas Tecnologias. No dia 04 de outubro, domingo, das 13h às 18h30, serão realizadas as prova de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias e Redação; e Matemática e suas Tecnologias.

Os portões de acesso aos locais de prova serão abertos às 12h e fechados às 12h55, horário de Brasília-DF. As provas serão aplicadas às 13h, em todo o território nacional.

É recomendável que o inscrito compareça ao local de realização da prova com antecedência de uma hora. Será necessário apresentar original ou cópia devidamente autenticada de documento de identificação, Cartão de Confirmação de Inscrição, folha de respostas do questionário socioeconômico, caneta esferográfica de tinta preta, lápis preto nº 2 e borracha macia.

Atendimento especial
Para receber atendimento apropriado, o participante com deficiência física deverá obrigatoriamente declarar, no ato da inscrição, o tipo de atendimento especial que necessita para realizar o exame.

Aos detentos ou internos, matriculados em programas especiais de educação de ensino médio em unidades prisionais ou hospitalares, será oferecido aplicação da prova nos locais de detenção ou internação em que se encontrem, mediante termo de compromisso específico. Para isso, a coordenação responsável deverá solicitar ao Inep o formulário do Termo de Compromisso para a aplicação do Enem. O documento deverá ser encaminhado ao Instituto até o dia 17 de julho.

Manual do Inscrito
Todos os devidamente inscritos receberão o Manual do Inscrito, contendo as informações gerais sobre o Enem 2009, as competências e habilidades a serem avaliadas, os critérios de avaliação de desempenho dos participantes nas provas, bem como o questionário socioeconômico, com folha de respostas própria. O Manual do Inscrito será enviado, via correios, para o endereço indicado no ato da inscrição. O inscrito no Enem 2009 deverá responder o questionário socioeconômico e entregar a folha de respostas no dia e local de realização das provas.

Cartão de confirmação
O inscrito também irá receber um Cartão de Confirmação de Inscrição, enviado para o endereço indicado no ato da inscrição. O cartão contém o local onde será realizado o exame, o número de inscrição, a senha de acesso aos resultados individuais e a folha de leitura óptica para as respostas do questionário socioeconômico. Caso o inscrito não receba o seu Cartão de Confirmação de Inscrição até o dia 25 de setembro de 2009, deverá entrar em contato com o Programa Fala Brasil, pelo telefone 0800-616161 ou acessar a página htt://enem.inep.gov.br/consulta.

Resultados individuais
A partir da segunda quinzena de janeiro de 2010, os participantes do Enem 2009 receberão o Boletim Individual de Resultado. As médias serão enviadas via Correios no endereço indicado na ficha de inscrição. Para consultar os resultados individuais pelo site do Inep serão necessários o número do CPF e a senha de acesso, cadastrados na fase de inscrição.

O Sistema de Seleção Unificada
O candidato a uma vaga no ensino superior poderá concorrer a cinco cursos ou instituições, mas apenas naquelas universidades que adotarem o Enem como única forma de ingresso. As instituições que optarem utilizar o Enem como única avaliação para selecionar os ingressantes participarão de um Sistema de Seleção Unificada, informatizado e online.

Nesse sistema, as universidades informarão quantas vagas têm disponíveis para cada curso, e qual é o peso que cada uma das grandes áreas do conhecimento terá na nota final. O aluno que participou do Enem 2009 se inscreve no sistema, que calculará sua nota final, já com os pesos estabelecidos, e o aluno poderá simular inscrição em até cinco cursos ou instituições, durante todo o período em que o sistema ficar disponível na internet.

Caso a universidade decida utilizar o Enem como segunda fase ou com a nota do Enem agregada à nota de um vestibular próprio, a instituição deverá decidir e publicar as regras de inscrição e participação em seus editais. O Sistema de Seleção Unificada só será utilizado pelas instituições que escolherem o Enem como única forma de seleção.

O Sistema de Seleção Unificada, informatizado e online, será aberto apenas às instituições/cursos que optarem por usar o Enem como fase única ou para preencher as vagas remanescentes ao fim da sua seleção.

Redação Terra

Problemas na voz são principal causa de faltas de professores

Os problemas na voz geram em média cinco faltas por ano entre os professores da educação básica no país, de acordo com um estudo realizado pelo Centro de Estudos da Voz (CEV) em parceria com o Sindicato dos Professores de São Paulo (Sinpro-SP) e a Universidade de Utah, nos Estados Unidos.

Segundo a pesquisa, 35% dos professores entrevistados relataram a presença de cinco ou mais problemas vocais, e 63% disseram já ter tido algum problema durante a vida. Os dados indicam que 16,7% dos professores consideram que terão de mudar de profissão no futuro por conta dos problemas vocais.

O questionário com 35 perguntas foi aplicado para 3.265 pessoas, das quais 1.651 eram docentes. Entre os professores, 63,1% afirmaram ter alterações vocais. Entre os não professores, 35,1% afirmaram a mesma coisa.

Os principais problemas relatados são: cansaço vocal (92%), desconforto para falar (90,4%), esforço para falar (89,2%), garganta seca (83,4%), rouquidão (82,2%), dificuldade para projetar a voz (82,8%), instabilidade ou tremor na voz (79,3%), dor na garganta (72,7%).

Segundo a diretora do Centro de Estudos da Voz (CEV), Mara Behlau, o professor é objeto de estudo dos fonoaudiólogos há pelo menos 20 anos e, em todo esse período, a situação continua a mesma. "O professor tem na sua voz um recurso essencial em sala de aula e nosso professor está doente, com problemas de voz que o colocam em uma situação de risco muito grande e comprometem a efetividade de aprendizagem, e sua permanência com modelo de comunicação em relação aos seus alunos", afirmou a coordenadora do estudo.

Mara ressaltou que os problemas fazem com que os docentes mudem a forma de trabalho, diminuindo o tempo que falam e substituindo as explicações por vídeos e seminários. Além disso, as dificuldades também acarretam prejuízos graves na qualidade de vida. "A pessoa que resolve ser professor evidentemente faz porque gosta. Então, pegar um professor e tirar de sala de aula também não ajuda. Colocá-lo em uma biblioteca, em uma secretaria não é a resposta que o professor quer."

De acordo com uma das autoras da pesquisa, a fonoaudióloga do Sinpro-SP, Fabiana Zambon, os professores lecionam em condições desfavoráveis para o uso da voz: competem com ruídos externos à sala de aula ou mesmo internos, trabalham com número alto de alunos, dificilmente usam microfone para dar aula e lecionam dois ou três períodos o que faz com que falem muito durante o dia.

"Somado a tudo isso e talvez o mais importante é que ele não tem informação. Ele entra em um mercado de trabalho que usa muito a voz podendo ter uma alteração vocal sem saber como cuidar, porque não tem na formação uma disciplina que ensine isso e então ele só procura ajuda quando já tem alguma alteração."

Para prevenir os problemas de voz, a fonoaudióloga indica que o professor siga algumas recomendações como beber água em pequenos goles constantemente durante a aula, articular bem as palavras, evitar o contato direto com o pó de giz, manter alimentação saudável e regular, evitar o café e bebidas gasosas, não fumar e comer uma maçã, que limpa a boca e ajuda a movimentar a musculatura responsável pela articulação das palavras.

Outras recomendações são se espreguiçar ao acordar para relaxar os músculos e, ao tomar banho, deixar a água cair nos ombros fazendo movimentos circulares com a cabeça também para diminuir as tensões diárias. É importante também fazer intervalos para descansar a voz, utilizar recursos que aumentem a participação dos alunos na sala de aula e fazer exercícios de aquecimento e desaquecimento com a orientação de um fonoaudiólogo.

Fabiana recomendou ainda que o professor faça uma avalização vocal e evite gritar, sussurrar, pigarrear, falar de costas ou de lado para os alunos. Para evitar que o pó de giz entre na garganta, o ideal é que não se fale ao escrever na lousa. Outra dica é chupar bala forte quando a garganta estiver irritada.

"A maior parte dos professores procura ajuda quando já tem alteração de voz. Vemos que eles têm múltiplos sintomas, que relatam ter muitas alterações, mas eles não têm informação. Quando não temos muita informação, só procuramos o auxílio quando sentimos alguma coisa. Queremos levar a prevenção para que o professor tenha mais condições de trabalho e tenha a informação", afirmou Fabiana.
Agência Brasil

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

EDUCAÇÃO

Educação engloba os processos de ensinar e aprender. É um fenômeno observado em qualquer sociedade e nos grupos constitutivos destas, responsável pela sua manutenção e perpetuação a partir da transposição, às gerações que se seguem, dos modos culturais de ser, estar e agir necessários à convivência e ao ajustamento de um membro no seu grupo ou sociedade. Enquanto processo de sociabilização, a educação é exercida nos diversos espaços de convívio social, seja para a adequação do indivíduo à sociedade, do indivíduo ao grupo ou dos grupos à sociedade. Nesse sentido, educação coincide com os conceitos de socialização e endoculturação, mas não se resume a estes. A prática educativa formal - que ocorre nos espaços escolarizados,quer sejam da Educação Infantil à Pós Graduação - se dá de forma intencional e com objetivos determinados, como no caso das escolas. No caso específico da educação formal exercida na escola, pode ser definida como Educação Escolar. No caso específico da educação exercida para a utilização dos recursos técnicos e tecnológicos e dos instrumentos e ferramentas de uma determinada comuniade, dá-se o nome de Educação Tecnológica.